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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Trabalho com Satisfação


 A satisfação no trabalho, constitui parte fundamental do ser humano. Ter satisfação no trabalho que é feito significa ter prazer em viver. Trabalhar com satisfação é valorizar as pessoas ao seu redor, comunicar-se bem e criar laços de comprometimento e confiança. É no trabalho que a maioria dos brasileiros passa dois terços da sua vida. No entanto, muitos têm dificuldades em entender que o trabalho faz parte também de sua vida familiar. Para muitos, o local de trabalho é de sacrifício, apenas da busca pelo sustento, pelo dinheiro. Essas pessoas pensam que uma vida digna só acontece bem longe do lugar que se tem como sofrimento.

A sociedade criou um estilo de trabalho como algo ruim, negativo. Existem pessoas que, quando estão se preparando para trabalhar, e alguém (esposa, amigo ou filhos...) pergunta “Onde você vai?”, responde logo: “Para o sacrifício, para a tortura”. Outros dizem: “Lá vou eu pagar os pecados”. Se as pessoas parassem para pensar a divisão entre vida no trabalho e vida fora dele, não haveria. O trabalho deve ser visto como lugar de encontro, de união, de compromissos mútuos que alimentam um ambiente favorável e que encoraja os compromissos de interação.

A satisfação no ato de trabalhar é sinônima de realização e isso contagia a equipe. A confiança é um compromisso que parte do indivíduo, no sentido de fazer uma equipe de trabalho que inspire seriedade e certeza no outro. Nesse sentido, a confiança deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma entrega de saber, em que cada um visa à busca de lealdade que se fundamenta no respeito e na convivência social. Quando nos relacionamos uns com os outros, estabelecemos vínculos de compromisso. Nesse sentido, o respeito é a aceitação do outro como um ser diferente em sua forma de ser e autônomo e em sua capacidade de atuar.

Em um ambiente de trabalho em que as pessoas agem pela confiança e não pelo medo, existem integridade, competência, lealdade e abertura. Integridade se refere à honestidade e à confiabilidade. Competência envolve as habilidades e conhecimentos interpessoais do indivíduo, que, bem desenvolvido, motiva a equipe ao crescimento. Lealdade é a capacidade de proteger e defender outra pessoa. Essas competências são adquiridas no decorrer do tempo, de interesses mútuos que partem da abertura de ambas as partes. E a abertura é a certeza de que a pessoa acredita na outra. Esses conceitos valem não só para o contexto do trabalho, mas para a sociedade e, principalmente, para o ambiente familiar, onde acreditamos que é o lugar de total entrega e aceitação do outro.


 
texto tirado desse blog

terça-feira, 14 de junho de 2011

Motivação

A motivação é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, onde direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interior, ou seja, que está dentro de cada pessoa de forma particular erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. Existem pessoas que pregam a auto-motivação, mas tal termo é erroneamente empregado, já que a motivação é uma força intrínseca, ou seja, interior e o emprego desse prefixo deve ser descartado. 
Segundo Abraham Maslow, o homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica. Maslow organiza tais necessidades da seguinte forma: 


- Auto-realização 
- Auto-estima 
- Sociais 
- Segurança 
- Fisiológicas 


Tais necessidades devem ser supridas primeiramente no alicerce das necessidades escritas, ou seja, as necessidades fisiológicas são as iniciantes do processo motivacional, porém, cada indivíduo pode sentir necessidades acima das que está executando ou abaixo, o que quer dizer que o processo não é engessado, e sim flexível. 
Para Frederick Herzberg, a motivação é alcançada através de dois fatores: 
Fatores higiênicos que são estímulos externos que melhoram o desempenho e a ação de indivíduos, mas que não consegue motivá-los. 
Fatores motivacionais que são internos, ou seja, são sentimentos gerados dentro de cada indivíduo a partir do reconhecimento e da auto-realização gerada através de seus atos. 
Já David McClelland identificou três necessidades que seriam pontos-chave para a motivação: poder, afiliação e realização. Para McClelland, tais necessidades são “secundárias”, são adquiridas ao longo da vida, mas que trazem prestígio, status e outras sensações que o ser humano gosta de sentir. 
Além dessas teorias citadas acima, existem outras que não foram abordadas.


Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

Liderança

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Comportamento Organizacional

GRUPOS DE TRABALHO X EQUIPES DE TRABALHO

Motivação nas organizações



No mercado de trabalho, nem sempre um profissional consegue atuar exatamente na área que deseja. Isso pode ocorrer por fatores relacionados ao número de vagas disponíveis no mercado, porque o perfil da pessoa não combina com as pré-definições da organização ou, ainda, porque sua área de formação é diferente daquela em que o indivíduo realmente gostaria de atuar. Embora essas barreiras possam frustrar o profissional, nem sempre são o real motivo da sua aparente falta de motivação.

Motivação é uma força intrínseca, ou seja, a ação parte de dentro para fora do indivíduo e não de fora para dentro. Quando ocorre o contrário, ou seja, a ação ocorre de fora para dentro do indivíduo, muitas vezes contrariando sua vontade, dizemos que existe estímulo ou incentivo. A diferença entre essas duas forças é a chave para analisar uma parte do comportamento profissional de alguém.

Quando o profissional é estimulado a seguir na direção apontada pela organização e que não necessariamente é aquela que ele deseja, o indivíduo poderá não prosseguir até o fim de um projeto, caso o estímulo deixe de existir ou não seja forte o suficiente. Ele também pode ainda conduzir o projeto até sua conclusão, mas sem atingir os objetivos esperados ou agregar o valor esperado em função das suas habilidades. Afinal, o profissional foi escolhido para conduzir aquele projeto, e não outro, tornando maior a expectativa no seu desempenho. Isso certamente é ruim para a organização, visto que um profissional desestimulado pode produzir freqüentemente trabalhos com resultado muito abaixo de um patamar mínimo, fazendo com que a organização ganhe mais um problema ao invés de uma solução.

Nesse ponto, se faz necessário uma profunda análise sobre como as atividades estão sendo conduzidas e como deveriam ser, de fato. Talvez o caminho não seja exatamente produzir novos estímulos para o profissional, mas sim averiguar em que direção ele pretende seguir, quais seus sonhos profissionais e desejos imediatos. Dessa forma, pode-se obter um retrato inicial sobre o que proporciona motivação para aquele colaborador.

Talvez o profissional sinta-se motivado se tiver a liberdade de conduzir algum projeto específico. Talvez ele se sinta motivado, caso obtenha um aumento de salário ou ganhe uma premiação, um elogio ou novos desafios. O que importa é descobrir o que motiva o profissional, e nessa empreitada devem estar envolvidos o departamento de Recursos Humanos e a liderança daquele profissional - o primeiro em função da experiência em Gestão de Pessoas e o segundo em função do contato mais próximo com o profissional desmotivado.

Descobrir os sonhos de outra pessoa pode parecer uma tarefa impossível, mas não é. Comece conversando de forma aberta e reservada. Pergunte sobre suas perspectivas profissionais, o que gosta de fazer, como gosta de agir, que projetos gostaria de realizar, enfim, entreviste novamente o profissional e descubra qual direção ele quer seguir. Compare a motivação com o simples ato de beber um copo com água. Esqueça qualquer artimanha para burlar o processo natural e se concentre apenas no essencial. Se alguém deseja beber água, essa é uma motivação, pois a vontade partiu dele e não de uma ordem externa. Se você o quer motivado e produtivo, deixe-o matar a sede livremente, ou seja, permita que ele faça aquilo que lhe dá prazer. Claro que existem limites. Não se pode, por exemplo, permitir tudo. As prioridades da organização devem vir em primeiro lugar, pois representam as necessidades da grande maioria. O segredo é mesclar a motivação e o estímulo.

Deixe o profissional conduzir algum projeto que o satisfaça e traga benefícios para a organização, mas estabeleça paralelamente outros projetos com metas igualmente definidas. Em suma, trabalhe com trocas, ou seja, mostre ao profissional o que a organização precisa. No entanto, dê em troca a oportunidade que ele espera. Seguindo esse caminho e fazendo algumas adaptações para cada caso, os profissionais da sua empresa poderão apresentar uma produtividade maior e trazer ganhos significativos para todos, inclusive para você.

Personalidade nas organizações



Personalidade é um termo que apresenta muitas variações de significado. Em geral representa uma noção de unidade integrativa do ser humano, pressupondo uma idéia de totalidade. No senso comum é usada para se referir à capacidade de rápidas tomadas de decisão, para se referir a uma característica marcante da pessoa, como timidez ou extroversão por exemplo, ou ainda para se referir a alguém importante ou ilustre: “uma personalidade”. 

A personalidade atribuída a uma pessoa pode definir, para o senso comum, se esta pessoa é boa ou má. A psicologia evita este juízo de valor. A personalidade seria um conjunto de características que diferenciam os indivíduos. 

Estes atributos seriam permanentes e dizem respeito à constituição, temperamento, inteligência, caráter, um jeito específico de se comportar. Para as teorias que utilizam o conceito de personalidade, ela significa a “organização dinâmica dos aspectos cognitivos, afetivos, fisiológicos e morfológicos do indivíduo”. Fala-se também em personalidade básica, que seriam as atitudes, tendências, valores e sentimentos dos membros de uma sociedade. A personalidade pressupõe a possibilidade de um indivíduo se diferenciar, ser original e ter particularidades. Através desta idéia pode-se predizer o que a pessoa fará em determinada situação, pode-se ter idéia de como ela reagiria. Nem todas as teorias trabalham com este conceito porque ele tem uma noção implícita de estrutura, de estabilidade e portanto de características que não mudam. 

No entanto, ela é fruto de uma organização progressiva do ser humano e não apenas entendida como um fenômeno em si. Ela evolui de acordo com a organização interna do indivíduo. A psicanálise afirma que a estrutura da personalidade já está formada aos quatro ou cinco anos de idade, enquanto que, para Piaget, ela começa a se formar entre os oito e doze anos. O caráter, temperamento e os traços de personalidade são termos que se referem a esta noção. Alguns distúrbios podem se relacionar à personalidade, gerando conceitos patológicos, como é o caso da personalidade múltipla.

Fonte: Cola da Web 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Psicanálise

(Freud - o pai da Psicanálise)

A Psicanálise é ao mesmo tempo um modo particular de tratamento do desequilíbrio mental e uma teoria psicológica que se ocupa dos processos mentais inconscientes; uma teoria da estrutura e funcionamento da mente humana e um método de análise dos motivos do comportamento; uma doutrina filosófica e um método terapêutico de doenças de natureza psicológica supostamente sem motivação orgânica. Originou-se na prática clínica do médico e fisiologista Josef Breuer, devendo-se a Sigmund Freud (1856-1939) a valorização e aperfeiçoamento da técnica e os conceitos criados nos desdobramentos posteriores do método e da doutrina, o que ele fez valendo-se do pensamento de alguns filósofos e de sua própria experiência profissional.

O pensamento de Freud está principalmente em três obras: "Interpretação dos Sonhos", a mais conhecida, que publicou, em 1900; "Psicopatologia da Vida Cotidiana", publicada em 1901 e na qual apresenta os primeiros postulados da teoria psicanalítica, e "Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade", de 1905, que contem a exposição básica da sua teoria.

Importância do instinto sexual. Freud notou que na maioria dos pacientes que teve desde o início de sua prática clínica, os distúrbios e queixas de natureza hipocondríaca ou histérica estavam relacionados a sentimentos reprimidos com origem em experiências sexuais perturbadoras. Assim ele formulou a hipótese de que a ansiedade que se manifestava através dos sintomas (neurose) era conseqüência da energia (libido) ligada à sexualidade; a energia reprimida tinha expressão nos vários sintomas neuróticos que serviam como um mecanismo de defesa psicológica. Essa força, o instinto sexual, não se apresentava consciente devido à "repressão" tornada também inconsciente. A revelação da "repressão" inconsciente era obtida pelo método da livre associação (inspirado nos atos falhados ou sintomáticos, em substituição à hipnose) e pela interpretação dos sonhos (conteúdo manifesto e conteúdo latente). O processo sintomático e terapêutico compreendia: experiência emocional - recalque e esquecimento - neurose - análise pela livre associação - recordação - transferência - descarga emocional - cura.

Estrutura tripartite da mente. Freud buscou inspiração na cultura Grega, pois a doutrina platônica com certeza o impressionou em seu curso de Filosofia. As partes da alma de Platão correspondem ao Id, ao Superego e ao Ego da sua teoria que atribui funções físicas para as partes ou órgãos da mente (1923 - "O Ego e o Id").

O Id, regido pelo "princípio do prazer", tinha a função de descarregar as tensões biológicas. Corresponde à alma concupiscente, do esquema platônico: é a reserva inconsciente dos desejos e impulsos de origem genética e voltados para a preservação e propagação da vida..

O Superego, que é gradualmente formado no "Ego", e se comporta como um vigilante moral. Contem os valores morais e atua como juiz moral. É a parte irascível da alma, a que correspondem os "vigilantes", na teoria platônica.

Também inconsciente, o Superego faz a censura dos impulsos que a sociedade e a cultura proíbem ao Id, impedindo o indivíduo de satisfazer plenamente seus instintos e desejos. É o órgão da repressão, particularmente a repressão sexual. Manifesta-se á consciência indiretamente, sob a forma da moral, como um conjunto de interdições e de deveres, e por meio da educação, pela produção da imagem do "Eu ideal", isto é, da pessoa moral, boa e virtuosa. O Superego ou censura desenvolve-se em um período que Freud designa como período de latência, situado entre os 6 ou 7 anos e o inicio da puberdade ou adolescência. Nesse período, forma-se nossa personalidade moral e social (1923 "O Ego e o Id").

O inconsciente, diz Freud, não é o subconsciente. Este é aquele grau da consciência como consciência passiva e consciência vivida não-reflexiva, podendo tomar-se plenamente consciente. O inconsciente, ao contrário, jamais será consciente diretamente, podendo ser captado apenas indiretamente e por meio de técnicas especiais de interpretação desenvolvidas pela psicanálise.

Atos falhos ou sintomáticos. Os chamados Atos sintomáticos são para Freud evidência da força e individualismo do inconsciente: e sua manifestação é comum nas pessoas sadias. Mostram a luta do consciente com o subconsciente (conteúdo evocável) e o inconsciente (conteúdo não evocável). São os lapsus linguae, popularmente ditos "traição da memória", ou mesmo convicções enganosas e erros que podem ter conseqüências graves.

Motivação. Para explicar o comportamento Freud desenvolve a teoria da motivação sexual (sobrevivência da espécie) e do instinto de conservação (sobrevivência individual). Mas todas as suas colocações giram em torno do sexo. A força que orienta o comportamento estaria no inconsciente e seria o instinto sexual;

Fases do desenvolvimento sexual. Freud contribuiu com uma teoria das fases do desenvolvimento do indivíduo. Este passa por sucessivos tipos de caráter: oral, anal e genital. Pode sofrer regressão de um dos dois últimos a um ou outro dos dois anteriores, como pode sofrer fixação em qualquer das fases precoces.  Essas fases se desenvolverão entre os primeiros meses de vida e os 5 ou 6 anos de idade, e estão ligadas ao desenvolvimento do Id:

(1) Na fase oral, ou fase da libido oral, ou hedonismo bucal, o desejo e o prazer localizam-se primordialmente na boca e na ingestão de alimentos e o seio materno, a mamadeira, a chupeta, os dedos são objetos do prazer;
(2) Na fase anal, ou fase da libido ou hedonismo anal, o desejo e o prazer localizam-se primordialmente nas excreções e fezes. Brincar com massas e com tintas, amassar barro ou argila, comer coisas cremosas, sujar-se são os objetos do prazer;
(3)Na fase genital ou fase fálica, ou fase da libido ou hedonismo genital, o desejo e o prazer localizam-se primordialmente nos órgãos genitais e nas partes do corpo que excitam tais órgãos. Nessa fase, para os meninos, a mae é o objeto do desejo e do prazer; para as meninas, o pai.

fonte: http://www.cobra.pages.nom.br/ecp-psicanalise.html

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Behaviorismo


1 BEHAVIORISMO

O termo inglês behavior significa “comportamento. E foi o americano John B. Watson que postulou o comportamento como objeto da Psicologia, dessa maneira dando a consistência que os psicólogos da época vinham buscando - um objeto observável, mensurável, cujos experimentos poderiam ser reproduzidos em diferentes condições e sujeitos. Assim a Psicologia rompe com sua tradição filosófica, ganhando status de ciência.
O behaviorismo dedica-se ao estudo das interações entre o individuo e o ambiente, entre as ações do individuo (suas respostas) e o ambiente (as estimulações).

1.2 COMPORTAMENT RESPONDENTE

Formulado por B. F. Skinner. O comportamento respondente é o que chamamos de não-voluntário e inclui as respostas que são aliciadas, produzidas por estímulos antecedentes do ambiente. Resumidamente são respostas do organismo que independem de “aprendizagem”.
Pode ser representado:  SD  ------>  R (Estímulo discriminado leva a uma resposta do organismo)

1.3 COMPORTAMENTO OPERANTE

O comportamento operante inclui os movimentos de um organismo dos quais se possa dizer que, em algum momento, têm efeito sobre ou fazem algo ao mundo em redor. O comportamento operante opera sobre o mundo, por assim dizer, quer direta, quer indiretamente.
 É importante lembrar que nesse tipo de comportamento o que propicia o aprendizado é a ação do organismo sobre o meio e o efeito dela resultante.
Pode ser representado assim: R ----> SR (A resposta do organismo leva a um estimulo reforçador)
‘R’ é a resposta do organismo e ‘S’ é o estímulo reforçador. A flecha significa ‘levar a’.

1.4 REFORÇAMENTO

Reforço é toda conseqüência que, seguindo uma resposta, altera a probabilidade futura de ocorrência dessa resposta.  Os reforçamentos podem ainda ocorrer em intervalos fixos, gerando uma razão fixa; e em intervalos variáveis, gerando um intervalo variável.

1.4.1 REFORÇO POSITIVO

É todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o produz. Nesse caso tende-se a oferecer algo ao organismo.

1.4.2 REFORÇO NEGATIVO

É todo evento que aumenta a probabilidade da resposta que o remove ou atenua. Tende-se a remover o estimulo aversivo.

1.4.3 REFORÇO PRIMÁRIO

São aqueles eventos que tendem a serem reforçadores para toda uma espécie, como, por exemplo, água, alimento, afeto etc.

1.4.4 REFORÇO SECUNDÁRIO

Ocorrem quando pareados temporariamente com os primários. Ex: aprendizagens sociais etc.

1.4.5 REFORÇO GENERALIZADO
 
Resultado de alguns reforços secundários que foram emparelhados com muitos reforços primários. Exemplo: dinheiro, aprovação social, auto-realização etc.

1.4.2.1 ESQUIVA

É um processo no qual os estímulos aversivos condicionados e incondicionados estão separados por um intervalo de tempo apreciável, permitindo que o indivíduo execute um comportamento que previna a ocorrência ou diminua a magnitude do segundo estímulo.
O primeiro estímulo geralmente é o reforçador negativo condicionado e a ação que o reduz é reforçada pelo condicionamento operante. As ocorrências passadas de reforçadores negativos condicionados são responsáveis pela probabilidade da resposta da esquiva.

1.4.2.2 FUGA

Nesse caso, o comportamento reforçador é aquele que termina com um estímulo aversivo já em andamento.
Nesse processo há um estimulo aversivo incondicionado que, quando apresentado, é evitado pelo comportamento de fuga. Então nesse caso, não se evita o estimulo aversivo, mas escapa dele depois de iniciado.

1.5 EXTINÇÃO

É um procedimento no qual uma resposta deixa abruptamente de ser reforçada. Como conseqüência, a resposta diminuirá de freqüência e até mesmo poderá deixar de ser emitida.

1.6 PUNIÇÃO

A punição envolve a consequenciação  de uma resposta quando há apresentação de um estimulo aversivo ou remoção de um reforçador positivo presente. É importante lembrar que o comportamento punido só desaparecerá se a punição for extremamente intensa e que na maioria das vezes punir leva apenas a uma supressão temporária, não alterando a motivação.
Foi então que resolveram substituir as práticas punitivas por procedimentos de instalações de comportamento desejáveis.

1.7 CONTROLE DE ESTÍMULOS

Quando a freqüência ou a forma da resposta é diferente sob estímulos diferentes, diz-se que o comportamento está sob o controle de estímulos. E dois importantes processos serão apresentados: discriminação e generalização.

1.7.1 DISCRIMINAÇÃO

Isso ocorre quando uma resposta se mantém na presença de um estímulo, mas sofre certo grau de extinção na presença de outro. Isto é, um estímulo pode adquirir a possibilidade de ser conhecido como discriminativo da situação reforçadora. Sempre que ele for apresentado e a resposta emitida, haverá reforço.
Deve-se, portanto saber diferenciar os estímulos para comportar-se de forma adequada a cada um deles.

1.7.2 GENERALIZAÇÃO

Nesse caso um estímulo adquire controle sobre uma resposta devido ao reforço na presença de um estimulo similar, mas diferente. Freqüentemente a generalização depende de elementos comuns a dois ou mais estímulos.
Resumidamente, na generalização respondemos de forma semelhante a um conjunto de estímulos percebidos como semelhantes.

Atividade 1 (Behaviorismo)

Atividade 1:

1- Para os behavioristas qual o objetivo de estudo da psicologia e como é caracterizado?

O objeto de estudo da psicologia para os Behavioristas era o comportamento. Dessa maneira dava a consistência que os psicólogos da época vinham buscando - um objeto observável, mensurável, cujos experimentos poderiam ser reproduzidos em diferentes condições e sujeitos.
 O comportamento é as interações entre o individuo e o ambiente, entre as ações do individuo (suas respostas) e o ambiente (as estimulações).

2 - Qual e quais as diferenças entre Behaviorismo metodológico e Behaviorismo radical?

No Behaviorismo metodológico, os analistas experimentais do comportamento tomaram, como modo preferencial de investigação, um método experimental e analítico. Com isso, os experimentadores sentiram necessidade de dividir o objeto para efeito de investigação, chegando a unidades de análise.

O Behaviorismo radical foi criado por Skinner em 1945 e significava uma filosofia da ciência do comportamento. E a base de sua corrente está na formulação do comportamento operante.

     3 - Explique o comportamento respondente.

Formulado por B. F. Skinner. O comportamento respondente é o que chamamos de não-voluntário e inclui as respostas que são aliciadas, produzidas por estímulos antecedentes do ambiente. Resumidamente são respostas do organismo que independem de “aprendizagem”.

Pode ser representado:  SD    --->   R (Estímulo discriminado leva a uma resposta do organismo)

4 - Explique o comportamento operante.

O comportamento operante inclui os movimentos de um organismo dos quais se possa dizer que, em algum momento, têm efeito sobre ou fazem algo ao mundo em redor. O comportamento operante opera sobre o mundo, por assim dizer, quer direta, quer indiretamente.
É importante lembrar que nesse tipo de comportamento o que propicia o aprendizado é a ação do organismo sobre o meio e o efeito dela resultante.
Pode ser representado assim: R ---->  SR (A resposta do organismo leva a um estimulo reforçador)
‘R’ é a resposta do organismo e ‘S’ é o estímulo reforçador. A flecha significa ‘levar a’.

5 - Diferencie:

·   Reforçamento positivo e reforçamento negativo

REFORÇO POSITIVO: É todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o produz. Nesse caso tende-se a oferecer algo ao organismo.
REFORÇO NEGATIVO: É todo evento que aumenta a probabilidade da resposta que o remove ou atenua. Tende-se a remover o estimulo aversivo.

· Reforçamento negativo e punição

REFORÇO NEGATIVO: É todo evento que aumenta a probabilidade da resposta que o remove ou atenua. Tende-se a remover o estimulo aversivo.
PUNIÇÃO: A punição envolve a consequenciação  de uma resposta quando há apresentação de um estimulo aversivo ou remoção de um reforçador positivo presente. É importante lembrar que o comportamento punido só desaparecerá se a punição for extremamente intensa e que na maioria das vezes punir leva apenas a uma supressão temporária, não alterando a motivação.

·  Punição e extinção

PUNIÇÃO: A punição envolve a consequenciação  de uma resposta quando há apresentação de um estimulo aversivo ou remoção de um reforçador positivo presente. É importante lembrar que o comportamento punido só desaparecerá se a punição for extremamente intensa e que na maioria das vezes punir leva apenas a uma supressão temporária, não alterando a motivação.
EXTINÇÃO: É um procedimento no qual uma resposta deixa abruptamente de ser reforçada. Como conseqüência, a resposta diminuirá de freqüência e até mesmo poderá deixar de ser emitida.

·  Fuga e esquiva

FUGA: Nesse caso, o comportamento reforçador é aquele que termina com um estímulo aversivo já em andamento. Nesse processo há um estimulo aversivo incondicionado que, quando apresentado, é evitado pelo comportamento de fuga. Então nesse caso, não se evita o estimulo aversivo, mas escapa dele depois de iniciado.
ESQUIVA: É um processo no qual os estímulos aversivos condicionados e incondicionados estão separados por um intervalo de tempo apreciável, permitindo que o indivíduo execute um comportamento que previna a ocorrência ou diminua a magnitude do segundo estímulo.

·  Generalização e discriminação

GENERALIZAÇÃO: na generalização respondemos de forma semelhante a um conjunto de estímulos percebidos como semelhantes.
DISCRIMINAÇÃO: Isso ocorre quando uma resposta se mantém na presença de um estímulo, mas sofre certo grau de extinção na presença de outro. Isto é, um estímulo pode adquirir a possibilidade de ser conhecido como discriminativo da situação reforçadora. Sempre que ele for apresentado e a resposta emitida, haverá reforço.

6 - Faça um glossário com os termos centrais do Behaviorismo.

RESPOSTA: reação do organismo
ESTÍMULO: é dado pelo ambiente
COMPORTAMENTO: interação indivíduo-ambiente.  O conjunto das reações que se podem observar num indivíduo, estando este em seu ambiente, e em dadas circunstâncias.
COMPORTAMENTO RESPONDENTE: são respostas do organismo que independem de “aprendizagem”.
REFLEXOS: quando tais estímulos são temporariamente pareados com estímulos eliciadores podem, em certas condições, eliciar respostas semelhantes às destas. Resposta condicionada.
INCONDICIONADO: que não obtemos controle.
CONDICIONADO: aprendido.
ESTIMULO DISCRIMINADO: Aprendemos a responder a ele. É diferente dos outros.
ESTIMULO CONDICIONADO: O que tem a capacidade de provocar uma resposta particular, ligando-a, respectivamente, a outro estímulo que, naturalmente, é capaz de provocar a mencionada resposta.
ESTIMULO REFORÇADOR: é também chamado de reforço. É aquilo que faz com que o organismo realize ou deixe de realizar tal ação. É apresentado logo após a resposta.
REFORÇO POSITIVO: É todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o produz. É a apresentação do estímulo.
REFORÇO NEGATIVO: É todo evento que aumenta a probabilidade da resposta que o remove ou atenua. É a retirada do estímulo.
REFORÇO PRIMÁRIO: São aqueles eventos que tendem a serem reforçadores para toda uma espécie, como, por exemplo, água, alimento, afeto etc.
REFORÇO SECUNDÁRIO: Ocorrem quando pareados temporariamente com os primários.
REFORÇO GENERALIZADO: Resultado de alguns reforços secundários que foram emparelhados com muitos reforços primários. Exemplo: dinheiro, aprovação social, auto-realização etc.
ESQUIVA: É um processo no qual os estímulos aversivos condicionados e incondicionados estão separados por um intervalo de tempo apreciável, permitindo que o indivíduo execute um comportamento que previna a ocorrência ou diminua a magnitude do segundo estímulo.
FUGA: Nesse processo há um estimulo aversivo incondicionado que, quando apresentado, é evitado pelo comportamento de fuga. Então nesse caso, não se evita o estimulo aversivo, mas escapa dele depois de iniciado.
EXTINÇÃO: É um procedimento no qual uma resposta deixa abruptamente de ser reforçada. Como conseqüência, a resposta diminuirá de freqüência e até mesmo poderá deixar de ser emitida. Ou seja, suprime o comportamento.
PUNIÇÃO: A punição envolve a consequenciação  de uma resposta quando há apresentação de um estimulo aversivo ou remoção de um reforçador positivo presente. Ou seja, diminui a incidência de resposta.
DISCRIMINAÇÃO: Isso ocorre quando uma resposta se mantém na presença de um estímulo, mas sofre certo grau de extinção na presença de outro.
GENERALIZAÇÃO: Na generalização respondemos de forma semelhante a um conjunto de estímulos percebidos como semelhantes.
DISCRIMINAR: diferenciar.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A evolução da ciência psicológica

Por trás de qualquer produção material ou espiritual existe história. No caso da psicologia, a história tem por volta de dois milênios. Esse tempo refere-se à psicologia no Ocidente, que começa entre os gregos no período anterior a era cristã.

Os avanços que vinham acontecendo na Grécia permitiram que o cidadão se ocupasse das coisas do espírito, como a filosofia e a arte. É entre os filósofos gregos que surge a primeira tentativa de sistematizar a psicologia. O próprio termo psicologia vem do grego Psyché, que significa alma, e de logos que significa razão. Portanto, etimologicamente psicologia significa “estudo da alma”.
Os filósofos pré-socráticos preocupavam-se em definir a relação do homem com o mundo através da percepção.  É importante ressaltar aqui o grande conflito que existia entre os idealistas e os materialistas. Mas é apartir de Sócrates que a psicologia na antiguidade ganha consistência. Ele postava que a principal característica humana era a razão, nos distinguindo dos animais.

 O segundo passo foi dado por Platão que era discípulo de Sócrates. Esse filósofo definiu que a razão habitava na cabeça do homem e a medula seria uma ponte de ligação entre a alma e o corpo. Ele afirmava que um indivíduo ao morrer, seu corpo desaparecia, mas sua alma iria habitar em outro corpo.   

O próximo filósofo a vincular a história da psicologia é Aristóteles. Ele postulava que a alma e o corpo não podiam ser dissociados. Para ele tudo aquilo que cresce se reproduz e se alimenta possui sua alma. Dessa forma existiam as distinções entre alma vegetativa (vegetais), alma sensitiva (animais) e alma racional (homens). 

Psicologia no Império Romano e na Idade Média

Falar em psicologia nesse período é relacioná-la ao conhecimento religioso, pois foi à era onde se consolidou o cristianismo. É nesse âmbito que se destacam dois filósofos: Santo Agostinho e São Tomás de Aquino.
Santo Agostinho inspirava-se em Platão e afirmava que a alma não era somente a sede da razão, mas a prova de uma manifestação divina do homem. A alma era imortal, por ser o elemento que liga o homem e Deus.
São Tomás de Aquino foi buscar em Aristóteles a distinção entre essência e existência. São Tomás afirmava que somente Deus seria capaz de reunir a essência e a existência, em termos de igualdade. Ele pregava por fim, que devia-se seguir a igreja, garantindo para ela o monopólio do estudo do psiquismo.


A psicologia no Renascimento

Nesse período as ciências obtiveram um grande avanço.  Copérnico mostra que nosso planeta não é o centro do universo; Galileu estuda a queda dos corpos; René Descartes postulava a separação entre mente e corpo; e houve grande avanço na Anatomia e na Fisiologia.
Por fim, o que aconteceu foi um súbito avanço no que diz respeito à busca de explicações racionais, valorização do homem e a criação de regras e métodos para construção do conhecimento.

Psicologia Científica e sua origem

No século 19, destaca-se o papel da ciência, e seu avanço torna-se necessário. O crescimento da nova ordem econômica e o capitalismo, trás consigo o processo de industrialização, para o qual a ciência deveria dar respostas e soluções práticas no campo da técnica.

O conhecimento tornou-se independente da fé. Os dogmas da Igreja foram questionados. O mundo se moveu. A racionalidade do homem apareceu. Sentiu-se a necessidade de ciência por conta de algumas idéias dominantes que fermentaram essa construção: o conhecimento como fruto da razão e a possibilidade de desvendar a Natureza e suas leis para observação rigorosa e objetiva.

Nesse período surgem homens como Hegel, demonstrando a importância da história para a compreensão do homem; Darwin com sua tese evolucionista; e Augusto Comte introduzindo o positivismo.
Para conhecer o psiquismo humano passa a ser necessário compreender os mecanismos e o funcionamento da máquina de pensar do homem – seu cérebro. Assim, a Psicologia começa a trilhar os caminhos da Fisiologia, Neuroanatomia e Neurofisiologia.

Estabeleceu-se uma lei no campo da Psicofísica. A Lei de Fechner- Weber, que estabelece a relação entre estímulo e sensação, permitindo a sua mensuração. Outra contribuição importante foi a Wund, criando na Universidade de Leipzig , na Alemanha, o primeiro laboratório para realizar experimentos na área de Psicofisiologia. Wund desenvolve a concepção de paralelismo psicofísico, onde os fenômenos mentais correspondem a fenômenos orgânicos, criando o método que denomina de introspeccionismo.

O verdadeiro status de ciência é obtido à medida que se “liberta” da Filosofia. Os EUA é o berço das primeiras abordagens em psicologia, que são: Funcionalismo, Estruturalismo e Associacionismo.
O Funcionalismo criado por William James, dizia que a consciência era o centro das preocupações e buscava compreender seu funcionamento, na medida em que o homem a usa para adaptar-se ao meio.
O Estruturalismo criado por Titchner estudava os aspectos estruturais do funcionalismo, ou seja, os estados elementares da consciência como estruturas do sistema nervoso central.
O Associacionismo criado por Edward L. Thorndike pregava que o aprendizado acontecia com a associação de idéias, das mais simples as mais complexas.


terça-feira, 29 de março de 2011

''Pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto''

''Pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto''  é um provérbio popular que iremos discutir nesse novo post.

Nós, seres humanos, possuimos um conjunto de traços herdados pelos antepassados, e essas caracteristicas quando entram em contato com o meio ambiente, têm um resultado específico e individual. Se pararmos para pensar em todas as nossas aptidões, vamos perceber que eles não são transmitidos por hereditariedade biológica, e sim adquiridos no decorrer da vida.

Nossa consciência reflete o mundo subjetivo. A consciência, sentimentos, emoções e o inconsciente podem ser reunidos no que é chamado de subjetividade (mundo interno), pela psicologia.

Sabendo dessa informações, podemos voltar a questionar o provérbio citado. Acreditamos que esse provérbio abandona por completo a noção de ''ser histórico- social'',  pois supõe que o homem não se transforma durante sua vida. As experiência adquiridas durante toda a jornada vivida pelo indivíduo de nada influenciam e acabam sendo inúteis, sem interferência nenhuma sobre o ser que nasce. O ser que morre deve ser pensado como resultado de toda uma vida real, de todo um conjunto de condições materiais experenciadas, que determinam o desenvolvimento do ser que nasceu.

domingo, 27 de março de 2011

A psicologia


A psicologia do senso comum

Podemos definir senso comum como um conhecimento que acumulamos no nosso cotidiano, é algo intuitivo e espontâneo. Essa sabedoria do senso comum vem da tradição, que quando incorporada no cotidiano, passa de gerações para gerações. Em síntese esse tipo de conhecimento serve para facilitar nossas vidas. Você já parou para imaginar se todas as vezes que fossemos atravessar a rua usássemos uma máquina de calcular ou uma fita métrica? E descobrir diariamente que para aparelhos elétricos funcionarem, eles necessitam de eletricidade? Sem essa visão de mundo concedida pelo senso comum, viver se tornaria algo muito complexo e os avanços sociais se tornariam muito lentos.

A psicologia cientifica

A ciência é composta de um conjunto de conhecimentos sobre aspectos da realidade, expresso por uma linguagem precisa e rigorosa. E os dados colhidos devem ser aptos a possíveis verificações de sua validade. A ciência possui algumas características como: objeto específico, linguagem rigorosa, métodos e técnicas especificas, processo cumulativo de conhecimento e objetividade.
Ma s é importante salientar que o homem não só se utiliza do saber cientifico e do senso comum como formas de conhecimento. Existem ainda a arte, a religião e a filosofia como grandes formas de descobrir e interpretar a realidade.

Objeto de estudo da psicologia

A psicologia possui uma grande diversidade de objetos de estudos. Essa afirmação é explicada  por alguns motivos, como o fato da psicologia ter-se constituído como área de conhecimento científico muito recentemente, e outro fato  que podemos citar, é a clara confusão causada quando se confundi o cientista – o pesquisador– com o objeto de estudo a ser pesquisado. No sentido mais amplo o objeto de estudo da psicologia é o homem, e neste caso o pesquisador está inserido na categoria a ser estudada. Por isso a psicologia hoje é caracterizada como possuidora de uma diversa gama de objetos de estudo.

A subjetividade como objeto da psicologia

A psicologia colabora com o estudo da subjetividade, sendo esta sua forma particular e especifica que contribui para a compreensão da totalidade humana.
Subjetividade é aquilo que esta dentro de nós, é algo singular e individual de cada indivíduo que vai se constituindo e se desenvolvendo conforme experiências sociais e culturais.  Essa subjetividade é algo que nos identifica e ao mesmo tempo nos generaliza, igualando-nos como no campo da objetividade social.
A subjetividade também pode ser tida como visível, quando se trata de nossos comportamentos, ou seja,  expressões emitidas  através de linguagem oral, escrita e corporal como o choro, o sorriso etc.
Demos então reforço a utopia de que cada homem pode participar na construção do seu destino e de sua coletividade. O mundo está em constante movimento e transformação, e como diz nossa dignissima Clarice Lispector ...

"Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus."

segunda-feira, 14 de março de 2011

Objetivar a subjetividade e subjetivar a objetividade!

  A psicologia colabora com o estudo da subjetividade, e é essa a sua forma particular e específica de contribuição para a compreensão da totalidade da vida humana.
  O conceito de subjetividade é extenso e encontra diversas definições que diz respeito ao sujeito definido como ser pensante, como consciência, por oposição a objetivo. O mais comum é contrapor com a “vida objetiva”, explicitando duas dimensões fundamentais da condição humana: a objetividade (externa, material, coletiva, prática) e a subjetividade (interna, espiritual, individual, emocional).
   Em síntese, a obejtividade é considerada como fonte de manifestações afetivas e comportamentais, onde está em constante processo de modificação, ou seja, é totalmente dinâmica. Já a objetividade é a expressão visível  que damos aos aspectos internos, como nossa escrita, nossa linguagem etc.
   Podemos apartir de então afirmar que nos tempos atuais, estudar subjetividade será compreender a produção de novos modos de ser no âmbito mais íntimo e observável do ser humano.




Dia 02 de março de 2011, Luciana Nepomuceno de Holanda, professora de Psicologia, nos passou a tarefa de construir um blog que conteria postagens de todos os assuntos estudados em sala, com uma relação critica e criativa dos aspectos cotidianos.